quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

GANGS ARMADOS NÃO PARAM DE ATACAR NA MARGEM SUL


Apesar da detenção de vários suspeitos de crimes violentos e da morte de um assaltante ligado ao ‘gang do multibanco’, os roubos à mão armada não param na Margem Sul do Tejo. As autoridades não revelam os números, mas é raro o dia em que não há registo de assaltos.

Bancos, ourivesarias, restaurantes, cafés, supermercados, lojas e residências são os mais afectados, mas nem as empresas com segurança e os tribunais estão a salvo – como nos casos do Tribunal de Setúbal, Portucel e Alstom.

Recorde-se, por exemplo, o final de tarde de dia 9. Bastaram duas horas para que diferentes grupos cometessem cinco assaltos e todos no centro de Setúbal. Ao mesmo tempo, nos arredores da cidade, ocorreram mais três crimes semelhantes.

PORMENORES

MENORES NO CRIME

Uma parte "considerável" dos assaltos à mão armada são cometidos na Grande Lisboa por grupos de menores, "rapazes de 15, 16, 17 anos" que atacam com "grande violência".

RAPIDEZ DE ACTUAÇÃO

Além da extrema violência utilizada, os assaltantes são muito rápidos a retirar os objectos de valor.

CAÇADEIRAS E PISTOLAS

As vítimas reconhecem as armas com que são ameaçadas, identificando sobretudo as caçadeiras e as pistolas.

Henrique Machado(CM)